
sábado, 5 de março de 2011
Oh triste Colombina...

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Saudações Capaxianas pra ti então!²
Foram despejados dois sem juízo
Uma com corpo alma e lamento
E outro apenas contando com o movimento
Balançando dentre os cometas...
Registrando com simples canetas...
O que seria o dia que passou...
Se não houvesse tanta discórdia no mundo,
Se não houvesse mundo pra essa espécie,
Seres que sobem e descem de todos os cantos
Mais poucos conseguem tocar a todos os seres com o seu próprio canto
Entre as estrelas, pó de galáxia...
Sentiram-se fora de órbita... Um canto sem jeito,
Cores albinas, desceram á terra pra cumprir novas sinas.
Sinas e sinos soaram... nos lençóis intergalácticos ...
Mentes em automático começaram a despertar pra o que estava por vir...
Vi uma luz no fim do meu túnel e também vi sombras a se dissipar ...
Pois estava lá descendo e gritando como o pipoco do trovão, Criis Ribeiro com a chave do céu na mão!
Numa mão insana de quem nunca tocou sequer um ventilador ou a poeira estelar.
Solavancos relapsos de um imaginário fértil...
Gestos, jeitos, chaves, portas era Jéclysson Taboca na realidade porca de um mundo que nunca existiu...
Ah quem diga que já sorriu...
Se deslumbrando nesse mundo utópico mais de muito bom grato para essas mentes vil.
Por:Criis Ribeiro e Jéclysson Taboca...(parceria forte...hehehe)
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Defeito ou qualidade?
''Eu sei que sou exatamente o que 98% dos homens não gosta ou não sabe gostar (apesar de eles nunca me deixarem em paz). Eu falo o que penso, abro as portas da minha casa, da minha vida, da minha alma, dos meus medos.
Basta eu ver um sinal de luz recíproca no final do túnel que mando minhas zilhões de luzes e cego todo o mundo. Sou demais. Ninguém entende nada. E eles adoram uma sonsa. Adoram. Mas dane-se. Um dia um louco, direto do planeta dos 2% de homens, vai aparecer. ''
Tati bernardi
Isso consegue definir E-X-A-T-A-M-E-N-T-E o que eu sou e sinto.
Sou louca. Falo pelos cotovelos, quase sempre alto. Tenho uma risada estrambólica. Sou independente de opiniões. Quase sempre segura de mim mesma. Forte. Decidida. Intensa. Por vezes um tanto desbocada. Falo o que me vier à mente. Quebro a cara, mais seguro o sorriso até o fim. Falo de sexo como que dá bom dia. Não tenho vergonha de ser eu. Sou sincera. Trabalho pra caralho. Estudo pra cacete. Corro atrás dos meus objetivos. Canto. Toco. Batuco. Tomo todas e ainda saio sóbria. Não sou fútil. Por vezes vaidosa. Dinamitosa. Trepidante. Cariocárica... Simpática. Me dou bem até com leões. Comunicativa. Não sou muito ciumenta. Não MUITO. Tenho instinto maternal. Sei lavar, passar e cozinhar. Faço o diabaquatro...
E PORQUE CARALHOS eu vivo sozinha?
Porque gota serena (ah não quer ler palavrão sai daqui... ¬¬) é que os homens me vêem como a 'amiguinha', 'legalzinha', 'topadinha'...
Ah vá!
Meu defeito é não ser sonsa? Ahhhh me desculpe... EU NÃO SEI FINGIR!
Onde infernos está esse 2%?
Pedi um príncipe num cavalo branco... Hoje em dia nem precisa ser príncipe e pode até vir de pé mermo calçado numa havaiana...
...Mais até agora só me mandaram um jumento cinza! =/
Ahhh Celestino... tu não és o que eu tanto esperava. Sorry!
Enquanto isso vou cantando feliz: ‘de quem é esse jeeeegueeee...’

Daí-me forças ó Deus!
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Palavras ao vento...

"Eu tenho um milhão de motivos pra fugir de pensar em você, mas em todos esses lugares você vai comigo. Você segura na minha mão na hora de atravessar a rua, você me olha triste quando eu olho para o celular pela milésima vez, você sente orgulho de mim quando eu solto uma gargalhada e você vira o rosto se algum homem vem falar comigo. Você prefere não ver, mas eu vejo você o tempo todo."
(Tati Bernardi)
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Da série: Textos Fodásticos
Eu não sei deixar ninguém partir...
Em algum momento, em vários deles ou definitivamente, as pessoas sempre vão embora. Talvez essa seja a pior coisa do mundo. Ele vai embora, sempre, quando eu preciso de quinze minutos de silêncio complementar à minha entrega, odeio o desespero dele por banhos e a sua ansiedade curiosa pelo que vem depois. Que se dane o depois,
eu sou agora, ou pelo menos era. [...]
Ele sempre vai embora quando eu queria que ele se perdesse um pouco, rasgasse a agenda, lançasse o celular no rio, desligasse todos os toques, luzes e sinais de que há todo o resto. Esquecesse do sono, do livro, da planta, das lembranças. Ele sempre vai embora do meu mundo quando eu só queria que ele descansasse um pouco de ser ele o tempo todo, mas ele tem muito medo de não ser ele, talvez porque ele não saiba o que ele é.
Ele sempre vai embora pra descobrir quem ele é, ou para lembrar que ele é o mesmo de sempre que não sabe quem é, ele sempre vai embora antes da gente ser alguma coisa juntos. Vivo com essa sensação de abandono, de falta, de pouco, de metade. Mas nada disso é novidade. Antes dele, teve o outro, o outro que continua indo embora para sempre porque nunca foi embora pra sempre.Eu não sei deixar ninguém partir, eu não sei escolher, excluir, deletar. São as pessoas que resolvem me deixar, melhor assim, adoro não ser responsável por absolutamente nada, odeio o peso que uma despedida eterna causa em mim. Nada é eterno, não quero brincar de Deus.
O outro foi embora a primeira vez porque estava bêbado demais, foi embora a segunda porque ficou tarde, foi embora a terceira porque teve medo de ficar pra sempre, foi embora durante alguns longos anos porque todo o resto do mundo precisava dele e eu era apenas uma das demandas. Ele me chamou de demanda a última vez que foi embora pra sempre, mas pra sempre pode durar duas horas, dois anos ou duas encarnações. A gente sempre se despede lembrando da música do Chico que diz “o amor não tem pressa, ele sabe esperar em silêncio”.
Hoje meu novo amigo foi embora, não pra sempre, mas um segundo pode ser pra sempre se pensarmos grandiosamente, e ele me dá vontade de pensar grandiosamente. Fazia tempo que alguém não ficava tão calado enquanto eu apenas existo, fazia tempo que alguém não ficava tão perdido só porque me encontrou, fazia tempo que eu não me olhava no espelho e sorria, sabendo que sim, sim, sim, sou bonita ora bolas! Sou interessante! Da onde eu tinha tirado o contrário nos últimos meses?
Todo mundo chega na sua vida. Em algum momento, em vários deles ou definitivamente, as pessoas sempre chegam. Talvez essa seja a melhor coisa do mundo. Como naquele texto que não lembro, daquela pessoa que não lembro, e sobre o qual você me contou de um jeito que eu nunca mais vou esquecer, no final a gente acaba mesmo numa esquina qualquer, lembrando de alguém que um dia chegou e depois foi embora, perplexo.
Tati Bernardi
BeijOs!
/criis
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Carta ao amigo que partiu...
domingo, 23 de janeiro de 2011
Ainda em clima de festa!!!
Até aí tudo bem...
São 24 aninhos vividos quase intensamente! rs
Porém o que tem de intenso ultimamente é essa minha festa que não acaba mais nunca! kkk
Hoje fazem 12 dias que comemoro meu níver...
Vou morrer de cirrose! kkkkkkkkkkkkkkk
Esses 12 dias tem sido muiiito loucos!
Com direito a queda e tudo!
Bom, a meta é comemorar 24 dias... Mais acho que não vou aguentar! kkkkkkkkkkk
Aí ficam algumas fotos do dia 13/01 que foi o 3° dia de festa! rs
beijOs e se eu sobreviver, volto pra contar!
\o/
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Meu aniversário...

Texto que diz tudo o que eu senti e sinto...
Aniversário
De Álvaro Campos
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos,
Eu era feliz e ninguém estava morto.
Na casa antiga, até eu fazer anos era uma tradição de há séculos,
E a alegria de todos, e a minha, estava certa com uma religião qualquer.
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos,
Eu tinha a grande saúde de não perceber coisa nenhuma,
De ser inteligente para entre a família,
E de não ter as esperanças que os outros tinham por mim.
Quando vim a ter esperanças, já não sabia ter esperanças.
Quando vim a.olhar para a vida, perdera o sentido da vida.
Sim, o que fui de suposto a mim-mesmo,
O que fui de coração e parentesco.
O que fui de serões de meia-província,
O que fui de amarem-me e eu ser menino,
O que fui — ai, meu Deus!, o que só hoje sei que fui...
A que distância!...
(Nem o acho... )
O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!
O que eu sou hoje é como a umidade no corredor do fim da casa,
Pondo grelado nas paredes...
O que eu sou hoje (e a casa dos que me amaram treme através das minhas lágrimas),
O que eu sou hoje é terem vendido a casa,
É terem morrido todos,
É estar eu sobrevivente a mim-mesmo como um fósforo frio...
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos ...
Que meu amor, como uma pessoa, esse tempo!
Desejo físico da alma de se encontrar ali outra vez,
Por uma viagem metafísica e carnal,
Com uma dualidade de eu para mim...
Comer o passado como pão de fome, sem tempo de manteiga nos dentes!
Vejo tudo outra vez com uma nitidez que me cega para o que há aqui...
A mesa posta com mais lugares, com melhores desenhos na loiça, com mais copos,
O aparador com muitas coisas — doces, frutas, o resto na sombra debaixo do alçado,
As tias velhas, os primos diferentes, e tudo era por minha causa,
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos. . .
Pára, meu coração!
Não penses! Deixa o pensar na cabeça!
Ó meu Deus, meu Deus, meu Deus!
Hoje já não faço anos.
Duro.
Somam-se-me dias.
Serei velho quando o for.
Mais nada.
Raiva de não ter trazido o passado roubado na algibeira! ...
O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!...
Feliz Aniversário para mim! rsrs
*-*
BeijOs!
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Violetices²
Preguiça me consumindo!
Bom, pra atualizar aki, vou postar uma foto de uma parte de mim. A maior delas!
A música!
Nossa... como eu amO música gentee...
É o ar que respiro... meu cano de escape!
Essa foto reúne as coisas que mais amO fazer: Tocar e Cantar!
Reúne uma história de luta e de provações...
Rompi a barreira do preconceito por ser mulher e musicista.
Infelismente essa cidade ainda não dá espaço pros talentos que tem, e isso não é 'falta de humildade', isso é um desabafo pelas minhas muitas amigas talentosíssimas que aqui moram.
Ainda teremos muito o que lutar para conseguir um espaçinho que seja!
Vamos à luta!
Desistir jamais!
\o/
BeijOs Violetas!
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Violetices¹...
De quando aqui era minha casinha... Meu mundinho abstrato...
A residência dos meus sonhos... medos... angústias... desabafos.
Ultimamente vivo pra elaborar prova, corrigir, colocar notas... e o ciclo se inicia novamente...
A faculdade - aquela a qual me dedicava tanto... - tranquei por falta de tempo pra ir às aulas...
=/
Imaginem como estou agora!
Ontem fui lá... E me deu um aperto no peito... Uma vontade louca de continuar escrevendo meus artigos... Lendo meus livros... Pensando, agindo e fazendo a geografia acontecer...
É uma pena...
A vida é feita de escolhas não é mesmo? Eu fiz a minha (dolorosa) escolha.
Preciso trabalhar. É uma escolha necessária!
As vezes me sinto tão triste em entrar numa sala de aula onde a metade nem liga pro que eu estou dizendo lá na frente...
Não sabem que eu precisei deixar de lado a coisa mais importante da minha vida pra estar ali, feito uma palhaça - pois é assim que me sinto, por vezes - falando e falando sobre a minha paixãozinha...
Talvez eu não entenda a não-importância que eles dão a coisa que rege o meu mundo...
Porque isso pra mim tem uma importância inenarrável...

Daí que estou sem forças. Uma violeta seca.
Seca de tentar expôr o que eles não querem ouvir.
Seca de tentar tornar atrativo uma coisa que não os atrai.
Seca.
Seca.
Ultimamente estou no automático. Vou lá e faço meu trabalho. Ponto.
Sem emoção.
Seca.
As vezes os meus 'pequenos' do Ensino Fundamental me são mais atentos.
Lá sim eu sou eu. Eu brinco, pulo, faço eles rirem.
Faço da minha geografia uma festa.
A festa que ela é pra mim.
É uma pena. Nem todos querem participar da minha festa.
Só lamento.
Lamento.
Desculpem o desabafo. Mais precisava botar isso pra fora.
BeijOs Violetas!
Criis








